erguid-a murmurou:
Dennys meu fooooooooooofu *-*

rs , sou um fofo 


Vou abandonar esse corpo, essa vida; Vou sumir como se nunca tivesse existido. Vou alugar uma brecha de espaço entre o agora e o nunca, vou morar no infinito das dúvidas, na sombra do eterno passageiro, onde o sol nasça uma ver por ano para me tirar a noite, pra me roubar a Lua. E se um dia, por ventura, a vida quiser me visitar, que entre sem bater, vou deixar as janelas abertas, pra que pule logo que possa, bagunce, se esparrame, quebre tudo, mas que fique; E se a ilustre visita for do amor, mande-me cartas avisando sua chegada, telefone, sinal de fumaça, não sei, mas avise, urgentemente, pra que eu possa reforçar as correntes do portão, comprar novos cadeados, fechar as cortinas e apagar todas as luzes antes que escureça… pra que quando ele venha chamar pelo meu nome, ache que não te ninguém em casa, dê as costas, e vá embora sem deixar recados, nem saudade, nem estragos —como sempre foi de costumar fazer.
∟      Anndré. (via minhavidasemti)


Mas, você me encantou tão rápido.


Pergunta do dia: Um tumblr que você admira muito?



Ler algumas coisas matam a gente por dentro.



“É namoro ou amizade?” “Por mim seria casamento”




“TE AMO” “AWN VOU ME ILUDIR PORQUE TA NA MODA”.



Sigo e recomendo o tumblr de quem eu rebloguei isto.


Paris, a capital do amor.
Todos da escola estavam animados, faríamos uma viagem a Paris, eu não estava soltando fogos de artifício, mas estava feliz. Não pelo fato de ir para Paris, mas pelo fato de sair um pouco desse lugar. Eram 7 horas da manhã, e tinha pessoas pulando de alegria, não conseguia entendê-los, certo que talvez seja o sonho de muito adolescente ir para Paris, mas caramba, de onde eles tiravam energia? Eu me sentei em um banco qualquer que encontrei, e apenas esperei que o ônibus que ia nos levar para o aeroporto chegasse. Coloquei meu fone de ouvido, e apenas dei play, eu não lembrava qual a última música que eu havia escutado, e então começou a tocar “História Errada - Plug3”, eu bufei. Apenas deixei rolar, e fechei meus olhos, passaram-se uns 30 minutos e avistei o ônibus, me levantei sem a menor animação e caminhei em direção a porta. Me sentei no fundo, e apenas me calei e fiquei escutando minha música. Não sei, mas acho que ele estava falando comigo à um tempo, mas havia um garoto tagarelando em minha direção, eu só o olhei com a cara de quem não entende nada, e apontei para o fone. Ele só abaixou a cabeça e se silenciosou. Quando chegamos ao aeroporto, me senti em um zoológico, só se via adolescentes correndo como desesperados. E infelizmente, eu teria que os aguentar por uma viagem inteira. Eu não faço a menor idéia do quanto demora daqui à França de avião, e nem me preocupo, vou dormir boa parte da viagem. Eu seguia vagarosamente ao portão de embarque, enquanto meus “colegas” corriam como se não houvesse amanhã, eu estava perdida ali. Entrei no avião calmamente e me acomodei na primeira poltrona que encontrei. Como de costume, apenas coloquei o fone, e quando ia fechar os olhos, senti que alguém estava se sentando ao meu lado, não dei importância, eu sabia que não havia como ter um momento solitária em um passeio escolar. E depois de uns 20 minutos, todos estavam lá, e o avião saiu do lugar. Me deu um aperto no coração e eu arrepiei, eu só não sabia se isso era bom ou ruim. Nem me importei, na verdade, apenas me encostei e dormi. — Acordei com algum idiota me cutucando, pensei em xingá-lo, mas era o garoto do ônibus, e eu senti pena. Apenas o olhei, e ele disse que havíamos chegado, lhe perguntei quanto tempo dormi, e ele disse “Umas 4 horas”. Nossa, não dormia tanto assim a tempos, insônia é um defeito que tenho desde que nasci, mas foda-se. Eu apenas o agradeci, e levantei sem vontade alguma, e desci. Quando todos nos dirigimos para a porta do aeroporto, pude vê-la. A torre eiffel. Fiquei encantada, e é difícil eu me encantar por algo, mas sei lá. Corri em direção ao ônibus, agora entusiasmada, não sei porquê. Mas sei lá, o ônibus seguia em direção à casa onde ficaríamos. Quando chegamos, e eu a vi, dei um sorriso involuntário. Era linda, tinha 3 andares, e era de uma cor clara e “romântica”. Entrei, e escolhi meu quarto, antes de todos, e recebi a notícia de que seriam quartos separados por casal. Desanimei. E logo o vi se oferecendo para dormir comigo, o garoto do ônibus e do avião. Que insistente! Mas aceitei, antes ele, do que qualquer outro. Eu e ele, no mesmo quarto, calados como múmias, apenas os sons de nossas respirações se ouvia. A gente se encarava as vezes, mas nada que passasse de 20 segundos. Aquilo já estava me incomodando, e eu resolvi quebrar o silêncio “É por isso que não tenho vocação pra monge ou meditação, não consigo ficar quieta” ele apenas de uma risada e disse “Desculpa”. Não sei o que, mas algo naquele garoto absurdamente lindo me deixava sem palavras. E foram assim os 5 dias seguintes, algumas palavras trocadas, alguns sorrisos, alguns olhares, mas nunca passava disso. E então, eu desisti de tentar ser legal. Eu fui dar uma volta, e me encantava cada vez mais pela cidade. Tinha vontade de nunca mais ir embora, e eu havia até largado meus fones de ouvido. Os sons daquele lugar eram agradáveis, até o motor dos carros soava mais…calmo. Estava andando distraída e maravilhada com a cidade, e esbarrei em alguém sem querer, e quando olho para ver quem era, me surpreendo, era ele. De novo o destino nos pregando uma peça. Dessa vez, ele começou “Isso está cada vez mais estranho sabe? Eu e você o tempo todo nos esbarrando” e eu disse “É”. Ele me olhou bem no fundo dos olhos e perguntou “Você por acaso, não ficou curiosa em saber o que eu disse no ônibus?”. Eu nem lembrava disso, para ser sincera, mas o olhei e disse “Na verdade sim, poderia dizer novamente?” ele abaixou a cabeça, e uma lembrança passou pela minha cabeça, ele no ônibus, e eu sendo uma idiota com ele, e eu automaticamente disse desculpa. “Porque?” ele estava brincando? Só podia. “Por ser tão…bicho do mato e grosseira” “Não te acho grosseira” Nossa, primeira pessoa que me diz isso, senti um leve alívio. Quando eu ia dizer algo, ele colocou o dedo em meus lábios e disse “Sabe a fama de Paris? A Capital do amor, das verdadeiras histórias de amor? Então, eu sempre quis tomar coragem para te dizer que te noto, que te olho e te quero todos os dias, na escola, no caminho para casa, e até mesmo quando você está caminhando” Eu não sabia se ria ou chorava, na verdade, eu só tinha uma vontade naquele momento, um desejo incontrolável de abraçá-lo e beijá-lo. Eu não sei não, mas acho que aquela era a minha história de amor em Paris.
Bárbara (defectss), História de amor em Paris. (via defectss)


theme por desesperançoso alguns detalhes por es-quecido e l-oveyourself.